Após a Ascensão de Jesus aos Céus, a Santíssima Virgem Maria assegurava, por sua presença na Igreja e nos planos da Providência, que aquela distância estabelecida entre Nosso Senhor e os homens não era um abismo, mas, pelo contrário, Ela se tornava a Mediadora onipotente, que era o traço de união entre o Céu e a Terra, entre Deus e os homens.
A partir desse momento, a veneração marial passou a se tornar mais nítida e a tomar o caráter de culto a Nossa Senhora.
Além de sua presença real na Sagrada Eucaristia, Nosso Senhor Jesus Cristo nos deixava sua Mãe Santíssima. E todas as refulgências da Ascensão começaram a ser notadas, conservados os devidos graus, na pessoa d’Ela.
Iniciava-se a grande missão de Maria na Igreja, prolongando de algum modo a presença sensível de seu Divino Filho.
(Cf. Conferência de 18/5/1966)



