“Quia respexit humilitatem ancillæ suæ. Ecce enim ex hoc beatam me dicent omnes generationes – porque olhou para a humildade de sua serva, todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1, 48). Essas palavras inspiradas fazem parte do Magnificat, o cântico supremamente nobre e enternecedor que a Virgem Santíssima entoou quando de seu encontro com sua prima Santa Isabel.
Quanta verdade contêm essas palavras! Ao longo de dois mil anos de existência da Igreja, não faltou sobre a face da Terra quem proclamasse as virtudes da Mãe de Deus.
Na realidade, Maria também poderia ter proclamado: “Matrem me dicent omnes generationes”, ou seja, “todas as gerações chamar-me-ão Mãe”.
Maria Santíssima é a Mãe por excelência do Filho perfeitíssimo nascido de seu seio virginal. E porque é a Mãe de Jesus, é também a Mãe de todos os homens, e até o fim do mundo não passará uma geração em que não haja alguém que A aclame como Mãe.
(Extraído de conferência de 3/5/1991)



