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Rumo ao píncaro da dor, pelas sendas do heroísmo

Desde tempos imemoriais, o homem vem indagando como tornar praticável a vida de sofrimento. Bons e maus, seja qual for a situação, enfrentam a dor, mas poucos sabem encontrar seu sentido na vida. Para Dr. Plinio, a verdadeira fórmula de viver é posicionar-se com resolução diante do infortúnio e enfrentá-lo com ânimo de herói.

Uma das grandes mentiras da ambientação moderna é a ideia de que a pessoa pode pular fora do sofrimento a qualquer momento, sendo isso o normal da vida. Então o indivíduo fica estudando o “pulo do gato” pelo qual, em seu caso concreto, possa escapar da dor. É toda uma problemática falsa que o leva a pensar: “Devo definir o que me faz sofrer, depois estudar o que me apetece e me daria prazer; devo eliminar o que me faz sofrer e obter às torrentes o que me dá prazer. Assim, resolvo meu problema na vida”.

Navegador ousado ou medíocre burguês…

A única forma de tornar a vida possível é ter a posição de alma dos portugueses quando partiam para a Ásia, mais do que quando vinham ao Brasil, segundo as narrações de Elaine Sanceau.1 Eles abriam peito largo para o infortúnio que poderia acontecer, mas abriam com alegria! Faltava-lhes um tanto a fé e a esperança, mas tinham esse estado de espírito, o equilíbrio emocional, a resolução diante da dor do navegante que parte resolvido, com o coração grande, aberto! É normal que aconteçam desventuras, como também é possível que se tenha um resultado muito bom, donde a deliberação: “Eu farei! Se acontecer tudo ao revés, não serei um desgraçado, não tocarei uma música de Chopin2… É o natural, a vida é isso!”

A mentalidade do navegador, gênero Elaine Sanceau, é a fórmula de viver. Razões sobrenaturais explicam que a vida seja assim, e esta é a única posição do homem diante do sofrimento; e deste modo o mito da alma irmã e indecências de toda ordem desaparecem! Porque fora disso não se verifica o conceito de varão. Isso é ser varão!

O burguês “nhonhô”,3 o securitário de hoje em dia, de nenhum modo estão abertos a esse estado de espírito, e são a negação completa dele.

Ora, conforme as diferentes idades, nós fomos educados na atmosfera do varão securitário; refiro-me não só à questão de segurança, mas também à de riqueza. Resultado, eu já vi gente muito rica, com posse de sete ou oito fazendas enormes, que, de repente, lhe apareceu um processo pelo qual lhe demandaram uma quina de fazenda.

Lembro-me de ter visto literalmente uma senhora chorar por causa disso, e lhe perguntei:

— Mas a senhora chora por quê? Eu tenho tão menos, eu deveria desmaiar quando vejo minhas posses. Ora, eu não desmaio. Por que a senhora chora?

Ela respondeu:

Henryk Siemiradzki (CC3.0)
Chopin tocando suas obras para a família aristocrática polonesa Radziwiłłs, em 1829

— Ah! Você já pensou se eu perder todo o resto? Eu poderia ao menos ter a quina que esse homem me está tirando, entende? A vida escapa tanto, que não sei se vou perder algo de essencial… posso perder essa quina sobre a qual esses juízes bandidos estão discutindo…!

Ela, ainda que ganhasse esse processo e tivesse mais sete fazendas enormes, ela perdeu as condições de viver bem. Embora exagerasse o perigo, ela tinha, em rigor, razão, poderia perder tudo. Mas, diante disso, é preciso ter a mentalidade do navegador português. E não estranhem o que eu digo: creio que alguns livros de Elaine Sanceau, vistos nessa perspectiva, são lição de vida espiritual! E lamento que esse aspecto não seja posto em realce quando se escreve as vidas dos Santos, porque, por exemplo, quem agiu inteiramente desse modo foi Santo Inácio de Loyola.

O gosto pela aventura deve fazer parte da formação

Para um homem com esse estado de espírito, mesmo o chorar não é um choro “chopiniano”… Há certas pessoas que julgam o pranto como a falência da alma. Chorou, a alma está ameaçada a ir água abaixo… Não! Chorou? Chore, enxugue as lágrimas e vá embora! Por isso Deus faz as lágrimas. Havia uma espécie de proverbiozinho em meu tempo de pequeno: “Escorrega e cai, levanta e sai!” Pronto! Está acabado! Qual o problema?

O século de Chopin, século XIX, nutria-se de ouvir as músicas dele, e isso constituía um vício; no século XX, o vício é ser securitário. Uns arranjaram um jeito gostoso de chorar, outros procuraram um modo de não ter que chorar. Estes perderam completamente a contextura de alma que deveriam ter. E por isso a admiração e o gosto pela aventura devem fazer parte de toda formação.

Há uma frase na Escritura que diz: “Os pais comeram uvas verdes, mas são os dentes dos filhos que ficam embotados” (Ez 18, 2). Ou seja, muitos dos homens “desalveolados”, fugiram do “alvéolo”, porque sentiram em si o que os pais experimentaram e não quiseram reconhecer: é o peso do “alvéolo”. Esta é a questão, e dá em infelicidades ocultas.

Divulgação (CC3.0);Georg Brokesch (CC3.0)
À esquerda, Otto Eduard Leopold von Bismarck-Schönhausen, à direita, Oskar Robert Arthur Bülow

Consideremos, por exemplo, os quadros a óleo do século XIX que representam a felicidade em família. No sofá está o homem rentiez,4 que passou a viver das rendas, corpulento. Ao lado dele está a esposa com os filhinhos todos… Ora, não nos damos conta de que eles venderam a alma para conseguir aquela estabilidade, mas têm, no fundo, um secreto desejo de escapar daquilo para dentro da extravagância, onde veem a grande solução. Depois constatarão que esta também não resolve.

Dando longamente a volta, chega-se à conclusão de que, ou o indivíduo se “desalveola” pela aventura, ou ele, no “alvéolo”, sofre mais do que fora dele.

Há este bonito aspecto: no tempo antigo se “desalveolava” para dentro da aventura com um equilíbrio muito grande no seguinte; o indivíduo mantinha uma attache,5 uma ligação muito grande ao antigo castelo ou à velha aldeia ancestral. Em qualquer lugar do mundo em que ele estivesse, na pior aventura, fazia-lhe bem saber que aquela aldeia estava de pé e que alguns ali continuavam a levar a vida da qual ele tinha saído. De maneira tal que, se recebesse a notícia de que uma bomba atômica – não as havia naquele tempo – tinha destruído o seu “alvéolo”, ele ali, no extremo de Cochim, poderia se desintegrar.

Porque para ele constituía um ponto de equilíbrio saber que, em algum lugar do mundo, sua colmeia estava íntegra. Bastava isso, ele não precisava viver dentro dela.

Ora, o “alvéolo” de hoje não tem essa ligação com nada. Exemplo: os que vivem mudando de casa, tendem para um certo nomadismo. E não só de casa, mudam de cidade, de lugar, de emprego, de vida; de esposo e de esposa também… Esses não sentem necessidade dessa attache, não compreendem nada.

O espírito aventureiro: uma reação equilibrada face ao sofrimento

O point d’attache, o ponto de referência, é que dá o verdadeiro equilíbrio do espírito de aventura. Lendo as memórias do Bülow,6 por exemplo, de Bismarck,7 vejo que, durante toda a vida, eles tinham a ideia de suas terrinhas na Pomerânia, onde cultivavam, mandavam plantar; o Bismarck era muito mais aventureiro que o Bülow, mas este teve também suas aventuras. De vez em quando iam passar férias lá, faziam suas estadias frequentes.

Mas creio que isso representa, no equilíbrio mental deles, o elemento fundamental. E quando o indivíduo é plebeu, tem também um point d’attache plebeu, ao qual se liga. Esse é um dado muito importante, ele não precisa ser nobre.

Mas o point d’attache deve ser tal que, para a maior parte dos que dele se beneficiam, se transforma num cativeiro se o indivíduo não puder escapar para a aventura. De maneira tal que o point d’attache deve transmitir ao indivíduo o seguinte: “Uma vez que isto me está inteiramente garantido, sobram em mim energias não inquietas, energias tranquilas que pedem aventuras”.

E temos um dos maiores elementos de propulsão do progresso na Europa, que eram os cadets,8 os filhos destinados à pobreza e à mediocridade quase sórdida porque a família não tinha dinheiro para mantê-los. Para não caírem na sordície, tinham que se jogar na aventura. E se lançavam, porque o point d’attache estava sólido!

Vou imaginar algo inteiramente anacrônico: por exemplo, que Afonso de Albuquerque tivesse a irmã, com quem fora educado, morando em Nova York como uma dessas repetidoras que fazem tradução ao longo das conferências na ONU; que a mãe dele fosse uma pequena funcionária pública numa aldeia de Portugal, completamente diferente do lugar onde nasceram; e que um irmão fosse embaixador na Suécia. E a aldeia dele, o castelico tivessem sido destruídos… Teria acabado tudo para ele… Por quê? Porque o point d’attache, na fecundidade da aventura do homem, era um elemento capital.

O aventureiro que não sai do “alvéolo” e o impuro sem espírito aventureiro

Acho isso muito importante. Chegamos, assim, à verdadeira fisionomia do sofrimento. O erro está em apresentá-lo apenas como tal; é um modo um pouco “chopinesco”, se preferirem “bethoveniano”, de ver o sofrimento. O sofrimento é a aventura com point d’attache do homem que sabe se jogar, como viver e como fazer.

Alguém me dirá: “Mas o homem que permanece no ‘alvéolo’ está alforriado da aventura?” Não! Ele vive da aventura de todos os que partem, porque vive da proteção de todos os aventureiros. Ele vive da gestão de um bem comum, a caixa de todas as aventuras, a qual é sempre precária, por mais que ele seja rico, porque não há o que baste para os gastos disso, e ele está sempre nas pontas dos pés. É assim a aventura dele.

O que não é possível é uma coisa parecida com um auditório impecável, sem aventura nenhuma… Ali a pessoa começa por sentir bem-estar, depois sono e passa a sentir as apetências das aventuras da lubricidade… Haveria todo um assunto a tratar sobre aventura e lubricidade… O homem que ficou privado completamente de aventura encontra na lubricidade a saída para sua aventura.

Aqui está dada a visão de conjunto da praticabilidade da vida de sofrimento. Ela só é praticável assim.

A aventura do holocausto

Certa vez, um enfermeiro contou-me um fato. Havia um rapaz que sofrera uma fratura tão alta na espinha, que ficara privado de todos os movimentos. A família o levara ao hospital, no qual o internaram. No primeiro período, ia toda a “familiagem” aos sábados e domingos visitá-lo. Mesmo parentes remotos faziam algazarra no quarto comum onde ele se encontrava; não podia ser transportado a outro lugar.

Ernesto Ferreira Condeixa (CC3.0)
Afonso de Albuquerque conquistando Malaca – Museu Militar de Lisboa

Aos poucos os familiares foram desaparecendo, começaram a ir aos sábados, havia domingos nos quais não podiam ir. Quando amanhecia, o enfermeiro o colocava de bruços, posição em que permanecia durante o dia para poder dormir de costas à noite, do contrário o colchão fazia-lhe feridas. Colocado de bruços, o enfermeiro, de pena dele, colocava-lhe um cigarro na boca, e ia tirando, para ele fumar, de bruços, olhando para o chão, não podia nem sequer olhar para cima.

Alguém diria: “Esse, o que tem?” Ele tem a formidável aventura da vida espiritual de oferecer aquilo a Nossa Senhora; vêm as tentações, os problemas, tudo o mais, e ele aceita… Ele é um veleiro num mar terrível, desde que faça em espírito de holocausto. Ele terá a aventura do holocausto, é uma outra coisa.

E vem a pergunta: “A Sanceau representou bem a aventura, mas não será que, de vez em quando, na alma de um Afonso de Albuquerque entrava a ideia de holocausto, como entrou em Santa Teresinha do Menino Jesus? Ela o apresenta apenas de um lado bom, mas sempre sem crise nem problema axiológico. De vez em quando, não entraria isso?”

Eu digo: se a alma dele tivesse subido a uma boa elevação, mas ainda não perfeita nesse sentido, ele não teria tido problema axiológico. Se ela se alcandorou de verdade, o problema axiológico se precipitaria sobre ele. Então ele teve mais do que a Elaine Sanceau apresenta. É preciso não perder isso de vista; é por aí que ele começa a se parecer mesmo com Nosso Senhor Jesus Cristo. O errado seria pensar que assim ele perderia o espírito de Afonso de Albuquerque. Não é verdade. As duas realidades se completam. Aqui está o ponto.

Na incógnita, a aceitação da própria Cruz

Tenho a impressão de que o estado de aridez, de dépouillement9 final, se divide em dois. No primeiro, toda a forma de consolação ou de gáudio fica insensível, mas continua a existir. E às vezes, por vislumbres, pode-se percebê-la.

Ao passarmos por lugares nos quais sofremos muito, quando aquilo está incorporado ao passado, vemos e ficamos com saudades da época em que tivemos tal sofrimento. O que revela, no subconsciente, ter havido ali um gáudio, do qual só nos conscientizamos posteriormente, mas de fato havia.

J.P. Castro
Sagrada Família – Museu Nacional de Arte da Cidade do México

Ora, há momentos, creio que transitórios, em que nem isso se dá, e em que a convicção no seco domina a alma, e ela tem de fazer o ato de fidelidade no dépouillement completo. A ser isto verdade, tenho a impressão de que Nosso Senhor, quando exclamou: “Eli, Eli, lamma sabacthani – Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27, 46) estava nesse caso. Tudo tinha cessado.

É possível, até estremeço diante da hipótese, que a própria presença de Nossa Senhora tenha sido para Ele insensível. O fato é que, nessa aridez total, Ele propriamente teria passado por uma primeira morte psicológica completa, e sua vida atingido o termo. “Efflavit spiritum(Jo 19, 30). Ele inclinou a cabeça e entregou o espírito.

Creio haver, portanto, situações como essas na vida, que são o cume insondável…

Uma pergunta não nos devemos fazer: “Quando chegar minha hora, como vou carregar essa dor?” Nosso Senhor aconselhou a não pensar nisso, porque há qualquer coisa de imprevisto nos supremos lances, por onde, na hora, Ele dará as graças necessárias. Não devemos nos preocupar.

O alto da Cruz é o caminho de cada um. Mas é uma incógnita, e é bonito que os extremos do futuro sejam desconhecidos. A Providência prepara a alma segundo desígnios próprios. Conforme seja, a alma será mais chamada ou menos a pensar nos sofrimentos muito tempo antes ou não. Por exemplo, há uma série de representações da iconografia mostrando o Menino Jesus antevendo a Cruz. E isso é muito razoável.

No Horto das Oliveiras, Ele poderia não ter previsto, não ter considerado o que aconteceria, e ir aguentando passo a passo. Existe até um conselho d’Ele que parece contradizer essa atitude durante a Paixão: “Não vos preocupeis com o dia de amanhã. A cada dia basta o seu cuidado” (Mt 6, 34).

Ora, quando chegou a sua hora, Ele fez algo que, à primeira vista, um olhar superficial diria ser o contrário: Ele previu tudo, bebeu gota a gota do que se sucederia e aceitou. Ele previu as dores físicas, o que Lhe ocasionou a dor de alma, pois esta padece em vista do que o corpo vai sofrer. Mas Ele previu também o oceano de ingratidões que estava ali a dois passos d’Ele. Depois, Ele sabia perfeitamente que Judas O estava traindo. Tudo Ele viu perfeitamente.

Ele teve dilacerações que não podemos calcular. Ele previu todos os sofrimentos de alma inclusive no alto da Cruz; todos os séculos da História e todos os pecados dos homens até o fim do mundo, e, portanto, visto de um lado, a aparente inutilidade do sacrifício d’Ele. Tudo isso Ele anteviu no Horto das Oliveiras e não mudou, Ele quis.

Flávio Lourenço
Oração no Horto – Abadia de Saint-Florent, Saumur, França

Essa posição Lhe trouxe mais sofrimento do que se Ele tivesse sofrido no Corpo tudo quanto sofreu, mas consolado com os discípulos, com os Apóstolos e com o povo fiel. Aí se compreende o que Ele sofreu em sua Alma.

A hora da previsão, da luta e da aceitação do sofrimento

O sofrimento pode ser considerado em duas claves. A alma é o elemento capital do ser humano e é claro que o sofrimento que a atinge é muito maior do que o que se tem no físico.

Alguém poderia objetar: “Mas eu já tenho tido sofrimentos físicos e tenho tido sofrimentos de alma; sofri muito mais no físico do que na alma”. E poderíamos responder: “Você nunca sofreu de fato com a alma, porque o verdadeiro, o grande sofrimento de alma é incomparavelmente mais pungente que o físico”.

O sofrimento moral, de alma, é incomparavelmente maior para quem tem de fato a alma constituída como elemento principal, entronizada em seu ser. E para quem, portanto, a reflexão, o pensamento, a ponderação das coisas, a avaliação das situações, a tomada séria de posição diante dos fatos, façam sofrer mesmo.

Por que Nosso Senhor previu tudo isso antes da hora? A questão é saber qual é a hora! Tinha chegado a hora de Ele prever. A previsão de um fato iminente já faz parte de sua realização. A pessoa deve prever e formar uma resolução inquebrantável e varonil que o infortúnio não vai quebrar.

Arquivo Revista
Dr. Plinio em novembro de 1983

Foi o exemplo que Ele nos deu da batalha interior. Chama-se Agonia no Horto, em parte porque é uma dor comparável à do agonizante, mas em parte porque “agonia”, em grego, quer dizer “a luta”; por exemplo, os atletas, em grego, se chamavam agonistas. Foi a luta que Ele travou, como um atleta, dentro de Si mesmo, para manter a ordem imperturbável que houve sempre n’Ele, na qual o instinto de conservação estava sujeito aos desígnios da razão.

Vemos que Ele teve aquela luta a qual, por assim dizer, eclodiu na oração: “Meu Pai, se é possível, afasta de Mim este cálice! Todavia, não se faça o que Eu quero, mas sim o que Tu queres” (Mt 26, 39).

Nisso ponderamos como foi a luta. A divindade d’Ele ocultou, de algum modo, à sua humanidade se era ou não era possível afastar aquele cálice. E de dentro da humanidade Ele pediu aquilo que, enquanto Deus, sabia não ser possível. Ele pede e obtém que um Anjo Lhe dê um cálice; Ele bebe e Lhe traz a força.

(Extraído de conferências de 25/9/1982 e 24/11/1983)

1) Historiadora britânica de origem francesa (*1896 – †1978). Passou a maior parte de sua vida em Portugal e escreveu diversas obras sobre a história portuguesa e as navegações.

2) Fryderyk Franciszek Chopin (*1810 – †1849). Compositor polonês que fez carreira em Paris.

3) Nhonhô era o nome que os escravos davam ao filho mais velho do patrão nas antigas fazendas brasileiras, por deturpação da palavra senhor. O nhonhô era alvo de todos os cuidados e atenções da parte dos escravos que o serviam, tendo, portanto, vida fácil e regalada. Dr. Plinio usava o termo – bem como a forma derivada que cunhou, “nhonhozeira” – para caracterizar a mentalidade comodista dos que têm aversão ao sacrifício.

4) Do francês: pessoa que vive de rendimentos provenientes dos juros de títulos governamentais.

5) Do francês: sentimento de pertencer a algo ou a alguém; vínculo emocional.

6) Oskar Robert Arthur Bülow (*1837 – †1907). Jurista alemão.

7) Otto Eduard Leopold von Bismarck-Schönhausen (*1815 – †1989). Estadista e diplomata da Prússia e, mais tarde, da Alemanha.

8) Do francês: filho não primogênito de uma família nobre ou de boa estirpe.

9) Do francês: despojamento.

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