Não se pense que a paz dessa gloriosa Rainha é a dos charcos e dos pântanos. É a paz do Céu, que brilha em todo o seu esplendor, enquanto no Inferno o mal, manietado e esmagado, padece tormentos eternos.
A Rainha da Paz é, por excelência, a Rainha da Vitória, que conduz ao triunfo, entre terríveis lutas, as ovelhas de Cristo.
Essas lutas são entre os filhos de Maria e os adeptos da serpente, separados entre si por uma irredutível inimizade.
(Extraído do Legionário de 13/5/1945)



