Há um mundo misterioso que é o centro da vida na Terra: o dos corações. Ao adentrar nele, entrevê-se a verdadeira amizade que só é possível ser mantida duravelmente através da união de ideais, de sacrifícios e de vidas. Ora, todos nós temos um Amigo que entregou sua vida e sofreu tudo por nós. Como devemos amá-Lo e tornarmo-nos um só com Ele?
O tema da troca de corações é uma matéria sobre a qual eu tenho refletido algum tanto, mas sobre a qual não tenho tido tempo de fazer estudos. Portanto, ao tratar disso, não estou lançando teses, mas hipóteses.
Hipóteses conforme o pensamento da Igreja
Alguém dirá: “De que adiantam essas hipóteses, se não são certas? Seria mais ou menos como uma aula de Geografia em que se diria: ‘É provável que daquele lado haja uma ilha e suponho que naquele outro haja um continente…’ Não adianta. Olhe no mapa o que há e venha me dizer direito. O resto não é aula”.

Eu escolho a Geografia como exemplo muito de propósito, porque ela serve idealmente para dar a resposta que quero, pois foi com conjecturas dessas que tal ciência chegou a conhecer o mundo. Quantos erros e quantas verdades o homem foi pondo no seu caminho até descobrir a forma completa da Terra, todos os continentes, todas as localizações etc. Foi tateando que o homem chegou às certezas da Geografia.
Assim também a maior parte das cogitações descritivas, científicas ou qualquer outra, são precedidas de conjecturas.
O objetante dirá: “Mas aqui a matéria está tratada nos livros. O senhor não faria melhor em estudá-la?”
Eu digo: ainda que eu tivesse tempo de estudar, gostaria antes de conjecturar. Cada espírito tem suas peculiaridades, está no meu conjecturar antes de estudar; depois verifico no que estive errado ou certo. Compreendo a matéria muito mais a fundo do que se for ver diretamente como é.
Portanto, acho que não perdemos tempo fazendo algum tanto de navegação nos mares cheios de mistérios da conjectura, dispostos a nunca tomá-la por afirmação. Sobretudo deve pesar nas nossas hipóteses a disciplina em relação à Igreja. Ver o que ela pensa e, conforme o seu pensamento, a conjectura estará certa ou não.
O mundo dos corações tem um centro e este tem um Rei
Eu ainda era “enjolras” quando li pela primeira vez a Ladainha do Sagrado Coração de Jesus. E, das várias invocações – todas muito bonitas –, há uma que me chamou a atenção por causa da ordenação que ela traz, ao menos isso sugeriu ao meu espírito: “Coração de Jesus, Rei e centro de todos os corações, tende piedade de nós”.
Ficava ali apresentado um mundo misterioso que é o centro da vida na Terra: o mundo dos corações. Tomada a palavra “coração” no sentido de ânimo, de disposição, de mentalidade, em que o sentimento também entra, mas não é o fator exclusivo nem preponderante, ocupa o papel que deve ocupar na mente humana.
“Coração de Jesus, Rei e centro dos corações”, significa Coração de Jesus, Rei de todos os ânimos, Rei e centro de todas as mentalidades; mentalidade de Jesus, Rei e centro de todas as mentalidades.
Portanto, há um mundo dos corações, o que parece querer dizer duas coisas ao mesmo tempo: está na natureza da alma humana que os homens existentes na Terra formem uma imensa sociedade de almas, de corações; e que, como toda sociedade, esta tenha um centro – porque aquilo que não tem centro não é nada –, e nele haja um Rei.
Mas, revertida a afirmação, vista de outro lado, é mais importante, naturalmente: Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo fato de ser Homem-Deus, é o centro e Rei de todos os homens. Logo, o Coração d’Ele é, pela ordem natural, o Rei e o centro de todos os corações.

É preciso chamar a atenção ao seguinte ponto: a ideia de que as almas dos homens formam uma sociedade que se realiza no terreno do impalpável, do invisível – porque as almas não são visíveis. O convívio e a confrontação das almas são mais importantes e mais reais do que a confrontação comercial, industrial, agrícola e política.
Desse primeiro ponto, deduz-se o segundo: esse mundo das almas que, por sua natureza tem um centro, pede para ter um rei.
Reis e centros contrários
Se Nosso Senhor é o Rei e centro de todos os corações, então tudo leva a crer que, com todos os corações que O seguem, forma um exército acies ordinata – em ordem de batalha. E em sentido oposto a Ele – porque as almas precisam ter um centro –, deve existir um outro centro contrário, o qual tem um rei e um centro de todos os corações que se perdem, enquanto Nosso Senhor Jesus Cristo é o Rei e o centro de todos os corações que se salvam.
Uma distinção fundamental: um é o Rei Deus, o Rei triunfante, o Rei verdadeiro. O outro é um rei de borra, de infâmia e de ninharia, esmagado e usurpador, que não tem direito a realeza nenhuma, triturado e condenado por todos os séculos, a quem Deus consente que desenvolva a sua ação malfazeja para provar mais os homens, para triar mais os que são d’Ele, dando-Lhe maior glória. De maneira que, quanto mais o demônio trabalha contra Deus, e quanto mais Deus consente que o demônio trabalhe contra Ele, maior é o brilho dos fiéis que resistem no mundo.
Então, todos os corações bons têm um centro: Nosso Senhor Jesus Cristo. Em perpendicular, infinitamente abaixo d’Ele e insondavelmente acima dos outros homens, está o Coração Imaculado de Maria que é a Mediadora ou o Coração Mediador de todos os homens junto a Deus, sem o qual nenhum homem ousaria aproximar-se d’Ele e por meio do qual todos os homens conseguem acesso junto a Ele.
Surge daí a ideia da batalha entre o Rei legítimo e o usurpador infame, entre o Rei de esplendor e o usurpador das trevas, que exerce uma realeza de palhaçada, porque de tal maneira ele não é rei que, mesmo quando trabalha contra seu adversário, glorifica-O! Esse é o demônio.
Temos na História, por assim dizer, dois centros. Um é o centro vencido, subordinado, que só age na medida em que lhe consentem e no interesse daquele a quem ele combate. E outro é o Rei Eterno, perfeito na sua glória, que esmaga o demônio.
Não são, portanto, dois polos equivalentes e opostos. São dois polos dos quais um não vale nada e o outro vale tudo, mas, sem embargo disso, fazem girar a História. E Deus pode consentir que o polo mau de tal maneira se dilate, que chegue até este auge de poder que ocupa em nossos dias. Mas, vejam bem a miséria do demônio. À medida que ele vai caminhando para frente, percebe que vai tocando no próprio ponto de explosão. Cada século que ele atravessa de aparente triunfo vai desaparecendo no caminho do seu patíbulo; ou seja, é a derrota, o esmagamento dele, com a “Bagarre”1 e advento do Reino de Maria!
O eterno derrotado pela Justiça Divina
Do que depende a vitória do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado e Sapiencial Coração de Maria? Depende do fato de que Nosso Senhor quer ser livremente adorado e servido pelos que são d’Ele, criando condições para atrair as almas e pedir-lhes sacrifícios. Se as almas se unem a Ele, deixam-se atrair por Ele e fazem sacrifícios, Nosso Senhor vence. Se, pelo contrário, as almas são pífias, resistem e fazem meios sacrifícios, a vitória d’Ele é menor ou pode ser uma aparente derrota.

Alguém dirá: “Dr. Plinio, por que aparente derrota? Em última análise, suponha que todos os homens rompessem com o Sagrado Coração de Jesus e sobre a Terra não restasse senão um punhadinho de bons. Isso não é a vitória do demônio?”
Eu responderia: não! No momento em que ele tivesse a ilusão de ter ganhado a guerra, aí acabaria a História, viria o dia do Juízo Final, portanto, do encarceramento dele. Os Anjos acorrentariam por períodos indefinidos os demônios que vagueiam por aí para fazer toda espécie de mal, e estes ficariam trancados no Inferno. Viria logo o Juiz justíssimo que já os julgou, para julgar agora os seus sequazes e lançá-los ao Inferno!
Dizem os teólogos que, depois de mandados ao Inferno todos os ímpios, todos os destinados a ser precitos porque pecaram livremente, os Anjos darão ordem à natureza, e tudo quanto é matéria podre, deteriorada, tudo quanto é lixo do universo, será jogado por cima deles. E ficarão ali esmagados pela História que pela voz de Deus os julgou, esmagados pelo castigo que sofrem e por todo o lixo do mundo.
E no alto, Deus, os Anjos e os Santos contemplando o tormento deles e dizendo impropérios para atormentá-los e para aumentar-lhes o sofrimento, porque o merecem. Isso regozija os bem-aventurados, porque exatamente o que há de terrível na hora do Juízo é isto: a era da misericórdia desaparece, foi encerrada. Nem sequer Nossa Senhora nos olhará com compaixão. Não há saída. A justiça divina é o quadro que nunca convém esquecer.
Um exemplo que dignifica a existência humana
Essa união de todas as almas entre si e com o Sagrado Coração de Jesus, por meio do Imaculado Coração de Maria, é uma união que, quando posta no seu estado de perfeição, poderia chamar-se a troca de corações.

Para dar uma ideia muito vaga, muito sumária do que isso possa ser, eu recorro ao exemplo tirado da antiguidade pagã. Havia, numa cidade da Grécia, não me lembro qual, dois amigos, um dos quais foi condenado à morte pelo governador local. Esses governadores eram uma espécie de presidentes da República, vitalícios e com plenos poderes, aos quais não davam o título de rei, mas o de tirano, pois essa palavra não tinha o sentido pejorativo que tem hoje.
E o amigo que ia ser morto mandou pedir licença ao tirano para ir visitar a própria família, além de acertar umas coisas na terra distante dele, antes de morrer. O governador mandou dizer que não o podia deixar partir, pois que garantia ele tinha de que o sentenciado voltaria e, portanto, não era uma fuga? Certamente ele se refugiaria num país distante, onde o tirano não exercia o mando, e não voltaria. Naquele tempo não havia os meios policiais de pegar alguém: fugiu, era a liberdade.
O condenado disse: “Eu vou lhe dar uma garantia. É notório em toda a cidade que fulano é meu grande amigo, por isso eu o coloco como refém. Eu lhe garanto, fale com ele, que ele concordará. Se eu não chegar no prazo marcado, mate-o. O prazo que eu peço é tal”.
O tirano ficou espantado com a proposta e mandou perguntar para o amigo, o qual respondeu: “Sim, sou vosso refém e vosso prisioneiro a partir do momento em que ele tenha liberdade. Eu aceito que vós me mateis caso ele não volte na hora marcada”.
O condenado viajou. As viagens naquele tempo eram incertas. Algum tempo antes do prazo, esperavam que ele estivesse de volta, mas não voltou. Demorou mais um pouco, mas afinal chegou a tempo de se apresentar para morrer.
O tirano ficou pasmo: “Como esses homens cumprem assim a palavra? Eu não compreendo essa amizade!” Mandou chamar o outro e encontraram-se na presença dele. O que voltou da viagem disse ao seu amigo: “Aqui estou, vim cumprir minha condena”. E o amigo respondeu: “Que pena, eu queria morrer por você!”
É um fato que a mentalidade moderna custa muito a acreditar. Mas é preciso dizer que esse exemplo dignifica a existência humana. O tirano ficou tão admirado com aquela mútua amizade que disse o seguinte: “Eu solto este, mas peço-lhes um favor: admitam-me como um terceiro na sua amizade!” Alguém com mentalidade moderna diria: “Bobo! O que ele lucra em ter esses dois amigos? É melhor matar um e dizer ao que fica vivo: Você agora vai ser amigo meu! E se você não aceitar, eu serei seu torcionário!”
A resposta dos dois amigos, em termos modernos, seria: “Claro! Vamos ficar amigos!…” Um pisca para o outro: “Vamos tirar proveito, depois fugimos…” Tiravam proveito de alguns dias, ajuntavam algum dinheiro e fugiam durante a noite!

Entretanto, a resposta dos dois foi: “Fazei o que quiserdes, mas vós não sois digno de ser o terceiro na nossa amizade!” Isso é tão antimoderno, que eu não sei bem até que ponto isso é compreensível para os meus jovens “enjolras”, mas para um católico – e todos o somos – é arquicompreensível!
O Amigo que se entregou para salvar os homens
Nós todos temos um amigo que fez isso por nós, um Amigo com um “A” maiúsculo tão grande que vai até o Sol! É o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo! Que quis entregar-Se de fato, morrendo na Cruz por nós, para nos salvar. De maneira que essa bonita historieta do tirano e dos dois amigos, que dignifica realmente a alma humana, não é nada em comparação com a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade que, sendo Deus, fez-Se Homem e habitou entre nós, entregando sua vida e sofrendo tudo o que sofreu para salvar a cada um de nós. Quanta misericórdia!
Então, como nós devemos amar? Se esses dois amigos se tinham um tal amor, como nós devemos amar esse Amigo? É claro que a pergunta não se põe, ela se impõe! Não é possível meditar sobre isso sem formular essa pergunta.
Ser a outra metade da alma humana do próprio Deus
Se sondamos, por hipótese, a mentalidade desses dois amigos, encontraremos o seguinte resultado: eles, de tal maneira se queriam e se compreendiam, de tal maneira eram afins, que eram como um só, pela união de seus ideais, de seus sacrifícios e de suas vidas.
Essa união é magnificamente descrita em uma passagem da Escritura (cf. Sl 54, 13-15): “Se um outro tivesse feito isso, eu perdoaria; mas tu? Um outro eu mesmo, a metade de minha alma? Que sentado à minha mesa, comigo comia doces frutos… Tu me traíres? Ó tu!…”
Entende-se todo o relacionamento de alma que isso significa. É possível que um homem – dentro desse mar de egoísmo do mundo contemporâneo, egoísmo que está na natureza humana em virtude do pecado original – seja duravelmente amigo de um outro, a ponto de ser duravelmente um outro ele próprio, a metade de sua alma? Ou isso é uma fantasia, uma lorota?
A resposta é: sim, é uma lorota, uma fantasia, e frustra a vida imaginar que seja assim. Mas é uma das tantas fantasias que se transforma em maravilha por obra da graça. O homem, posto diante de Nosso Senhor, querer ser um outro Ele próprio, christianus alter Christus – o cristão é outro Jesus Cristo – e ser como que a metade da própria alma humana d’Ele, isto é possível pela ação da graça no homem.
Quer dizer, a misericórdia de Deus é tão grande, que a cada homem Ele chama e diz: “Vem e une-te a Mim! Sê um outro Eu mesmo! Sê tu a metade de minha alma!”
Mas isso que Ele diz a todos, a alguns diz de modo particular, com uma suavidade mais atraente, com um aspecto mais envolvente, com uma grandeza mais deslumbrante. Quais são esses a quem Nosso Senhor diz aquelas palavras do Evangelho: “Vem e segue-Me”? Indefinidamente… Para onde? “Não saberás!” Em que condições? “Não saberás! Olha para o chão e segue o caminho dos meus passos! Ao longo, pelos horizontes que forem se abrindo diante de ti, vem e segue-me! Tu me encontrarás!”
“Serei Eu mesmo a tua recompensa demasiadamente grande!” (cf. Gn 15, 1). Em latim essa promessa tem uma sonoridade que eu não saberei transmitir, mas que é belíssima: “Ego sum merces tua magna nimis”. Eu serei a mercê, quer dizer, a vossa recompensa. Magna: grande! Nimis: demasiadamente! É esta atitude que devemos tomar com Nosso Senhor e com a Santa Igreja. Nosso Senhor nos chama muitas vezes para um caminho e, na sua solicitude, na sua bondade, nos dá um guia para segui-Lo.

Há ainda outras circunstâncias particulares para caracterizar a troca de vontades, mas essa é um traço dela.
Condição ideal para a troca de vontades
A troca de vontades, então, se estabelece de tal maneira que muitos Santos a tiveram com Nosso Senhor.
Na espiritualidade de São Luís Grignion de Montfort ela se apresenta nos seguintes termos: quando Jesus Cristo encontra, numa alma, devoção a Nossa Senhora, ali Ele faz sua morada. E se Ele, num coração, encontra o Coração de Maria, ali faz essa troca de vontades, de modo magnífico. Porque ninguém teve com Ele uma troca de vontades tão perfeita como Maria Santíssima, que O gerou, entrando em colóquio com Ele desde o primeiro momento da Encarnação, e que O acompanhou até o alto da Cruz; e que depois O adorou aqui nesta Terra, com o Santíssimo Sacramento presente no Coração d’Ela de modo ininterrupto, até o momento de morrer e subir aos Céus nas condições de glória que todos conhecem!
Então, a devoção perfeita a Nossa Senhora prepara as condições ideais para a troca de vontades com Nosso Senhor. E assim, através d’Ela – pois não há outro meio a não ser através d’Ela –, nós caminhamos para aquele que é o Rei e centro de todos os corações!
Duas almas que porão a Igreja em ordem
O João me pediu para falar sobre duas almas que eu imagino especialmente chamadas para essa troca de vontades. Eu imagino elas terem sido batizadas por Nosso Senhor, talvez até ordenados sacerdotes e depois bispos, por Ele mesmo, em condições misteriosas. Duas almas a quem Deus deu uma missão tão extraordinária, tão única, que não se compara com a de nenhum outro homem.
Para dizer tudo numa palavra, não há homem que Nosso Senhor tenha elogiado mais do que São João Batista, ao compará-lo com Elias. E antes de Elias, houve uma outra alma que se perde ainda mais na noite dos tempos: Enoc, o misterioso. Os dois devem voltar no fim do mundo para enfrentar o anticristo e serem mortos por ele. E quando isso acontecer, virá Nosso Senhor com o sopro de sua boca e dissipará os maus.
A que observação isso se presta? Sendo tão magnífica a vida de Elias e Enoc, eu não creio que eles possam não ter sido batizados. Nós por exemplo, podemos conjecturar que eles tenham sido batizados logo depois do batismo de Nosso Senhor.
Parece-me uma coisa muito cabível que eles tenham sido ordenados sacerdotes e sagrados bispos. Mas é uma pura hipótese. Vejam bem: uma coisa é dizer que algo é muito cabível. Outra é dizer que não é impossível. Não me parece de todo impossível – de todo! – que, para pôr em ordem a Santa Igreja de Deus, ainda venha Elias à Terra, acompanhado de Enoc e, com seus poderes episcopais e seu sacerdócio, eles sejam chamados a agir na Terra, de maneira que, pelas mãos da Hierarquia, se refaça o que a autodemolição da Igreja fez! É, pelo menos, uma lindíssima hipótese!
(Extraído de conferência de 27/2/1986)
1) Bagarre, do francês: conflito desordenado e profundo. Palavra usada por Dr. Plinio para se referir ao grande castigo de Deus à humanidade, se esta não se voltar para Ele, profetizado por Nossa Senhora em Fátima.




