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Passado, perspectiva para se conhecer o presente

O senso da dimensão histórica vem de um movimento de alma ligado à virtude da inocência. Por isso só sabe degustar os pequenos ou os grandes fatos da História quem entrevê como o presente apenas é interessante quando o consideramos em nexo com o passado e, sobretudo, com o que está ligado ao Lumen Christi.

Os historiadores consideram o reinado de ­Luís XIV como tendo duas fases: uma fase muito brilhante e depois uma outra na qual o rei já estava velho e seu esplendor havia passado. Foi, por assim dizer, o outono de ­Luís XIV.

Luís XIV, protótipo do monarca absoluto

Se examinarmos o que eles consideram a parte brilhante do reino e a não brilhante, e por que uma o é e outra não, vemos que numa o rei ainda era moço e tinha aquela forma especial de brilho que a juventude confere. Ele subiu ao trono menino ainda, mas começou o exercício da função real quando era moço, quando o Cardeal Mazzarino1 morreu. Este era o Primeiro-Ministro de Ana d’Áustria,2 a mãe de Luís XIV, que era a regente. Mazzarino até ­então havia exercido todas as funções, mas costumava dizer que havia em Luís XIV pano para quatro reis e ainda sobrava.

Herman Beaubrun (CC3.0)
Cardeal Mazzarino (coleção particular)

Quando Mazzarino morreu, os ministros vieram perguntar a ­Luís XIV quem ficaria em seu lugar daí por diante. “Serei eu! Eu mesmo vou exercer a realeza. E os senhores, quando tiverem assuntos de sua pátria a tratar, reportem-se a mim”. Ele foi o protótipo, o arquétipo do monarca absoluto.

Luís XIV teve várias vitórias e também algumas derrotas. Quando chegou ao zênite de sua vida, durante todo esse período glorioso, esteve casado com Maria Teresa, princesa da Casa d’Áustria,3 sobrinha da mãe dele, prima-irmã.

Esposo infiel

Luís XIV foi um marido muito infiel. Foi concubino oficial de Madame La Vallière,4 a quem ele elevou imerecidamente à mais alta dignidade do reino, dando-lhe o título de Duquesa de La Vallière. Ele teve depois a Marquesa de Montespan,5 além de outras aventuras de passagem a que ele se entregou. Ou seja, teve uma vida devassa.

A corte tomava disso um certo conhecimento oficial, porque ele de ambas as concubinas teve filhos que, por decreto, legitimou e a quem deu títulos de nobreza.

Certa vez ele realizou uma viagem a uma fronteira para ver as tropas fazendo manobras, e obrigou a rainha a acompanhá-lo, tendo na carruagem dele as duas concubinas. O povinho, quando ia à beira da estrada para ver o rei passar, ingenuamente, sem se dar conta do absurdo que isso significava, dizia que queria ver passar o rei e a carruagem com as três rainhas. As três rainhas eram – só podia haver uma – a única rainha e as concubinas.

E o povo, na sua ingenuidade – estávamos ainda longe da Revolução Francesa – se ajoelhava quando passava a carruagem do rei, depois a da rainha, com a pobre enxovalhada daquele jeito. Pelo jogo das circunstâncias, Luís XIV abandonou a La Vallière, mas não quis que ela deixasse o palácio. Ela tentou fugir para as carmelitas duas ou três vezes, mas o rei mandou buscá-la. Afinal um dia ela fugiu e declarou que ainda que o rei mandasse buscá-la ela não iria, porque queria fazer penitência.

Ela foi recebida nas carmelitas e, na Ordem do Carmo, que tinha então como tem hoje uma observância duríssima, deram-lhe o nome de Sœur Louise de la Miséricorde, Irmã Luísa da Misericórdia, porque era uma misericórdia divina ter atraído a si uma mulher tão desregrada, solteira, que se entregara assim nos braços do rei adúltero.

Louise Adélaïde Desnos (CC3.0)
Luís XIV atravessando a Pont Neuf – Museu de Grenoble, França

Sua vestição de véu foi presidida pela rainha e, antes de ela se levantar para ir recebê-lo, dirigiu-se até o trono da soberana e pediu-lhe perdão público pelo insulto que tinha feito roubando-lhe o afeto do rei. Nessa ocasião fez um grande sermão, o sonoro, o grandioso e carrilhonante Bossuet.6 Ele não poupou todas as verdades que tinha a dizer a respeito de Luís XIV, que, entrementes, estava no palácio de Versailles, sem tomar conhecimento oficial do que se passava.

Sob a boa influência de Madame de Maintenon

A rainha morreu, ele ficou vivo. Ele tinha de cuidar da educação dos próprios filhos. Para isso mandou – tudo isso parece aventura – entregar os filhos que ele teve da Montespan para serem educados por Madame Françoise d’Aubigné, da pequena nobreza, protestante de nascimento. O pai dela fora um líder calvinista de péssima atuação no tempo das guerras de religião, mas ela mesma se convertera à religião católica. Era viúva de Scarron7, um poeta de boa categoria intelectual; produziu poesias boas. Como ela era muito bonita, conversava também muito bem e era dedicadíssima ao marido, impressionou bem todas as pessoas da nobreza com as quais teve contato.

Flávio Lourenço
Madame La Vallière implorando perdão à Rainha – Salon Carré, Museu do Louvre

Luís XIV, informando-se sobre como educar os filhos, recebeu referências elogiosas a respeito dela, e sua escolha fixou-se nela. Mandou chamá-la, entregou as crianças, mas dentro de algum tempo começou a se interessar por ela. E, ao cabo de mais algum tempo, ela o impressionou tão profundamente, que ele quis unir-se a ela.

Nesse período a rainha não tinha morrido ainda e Françoise negou unir-se ao rei. Após a morte da rainha, quando o caminho estava desimpedido, ela declarou ao rei que aceitava ser sua esposa, desde que fosse pelo casamento.

Ela não era princesa, era viúva de um plebeu. Tinha derrapado para a plebe, mas tinha nascido na minúscula nobreza. Estava de todo em todo desproporcionada para se casar com o Rei Sol. Mas ela era uma dama solar como inteligência, e com virtude. Muito boa católica, muito séria, muito sensata, muito direita em tudo quanto fazia, para as condições da época poderia ser chamada uma contrarrevolucionária. E por isso os revolucionários do tempo a odiavam tanto.

Ela, então, se casou com ­Luís XIV, mas num casamento reservado, não sendo reconhecida oficialmente. Vivendo na corte, ela começou a influenciar o rei de maneira a torná-lo muito mais católico. Ele então se converteu sob a influência de Françoise, Madame de Maintenon – foi o título que ele deu a ela – e começou, a partir desse momento, uma política religiosa de franca perseguição aos protestantes – não há coisa melhor, nem mais antiecumênica do que isso – e de apoio à Igreja em tudo aquilo que ele via que podia ser útil.

 Cristóvão Lopes (CC3.0)
Dom João III – Igreja de São Roque, Lisboa

Luís XIV, de um lado, promoveu a revogação do Edito de Nantes,8 proibiu a prática do protestantismo em território francês. Essa revogação foi precedida de uma audiência que ele deu aos protestantes, em que ele teve essa frase saborosa dita aos líderes que foram vê-lo, provavelmente para o bajular e ver se conseguiam evitar o decreto: “Meu avô – era o Rei Henrique IV9 – vos amava e vos temia; meu pai não vos amava e vos temia; eu nem vos amo, nem vos temo”.

Eu acho um dito régio, porque se “eu não vos amo, nem vos temo”, esperai o pior. E foi o que aconteceu, iniciando as dragonadas,10 exigindo as conversões.

Mudança de costumes

Luís XIV, ao mesmo tempo, começou a exigir a moralidade na corte. Os costumes de seu tempo de moço mudaram, tudo passou a ser muito digno, muito correto. Ele ia todos os dias à Missa, ia também à tarde – ao menos em certas épocas do ano, Advento, Quaresma –, à bênção do Santíssimo Sacramento.

As celebrações se enchiam de gente da corte, porque a praxe mandava que, quando o rei estivesse num lugar, a corte toda estivesse presente.

Um dia um cortesão maligno – é bem o contrário de benigno – avisou ao capitão dos guardas que o rei, um pouco antes de sair da sala onde trabalhava para ir à bênção do Santíssimo, mandara o recado que não ia à bênção naquele dia.

A notícia correu rápida pela capela e, antes de a bênção começar, esta se encontrava vazia. Havia apenas algumas senhoras, já era noite e elas tinham as velinhas acesas junto ao livro de oração, não havia luz elétrica. Quando, de repente, na solidão das galerias que comumente estavam cheias, o cortejo real avança e o rei vê que não havia ninguém. Espanta-se e chega até a capela. Lá não encontra ninguém. Então ele manifesta surpresa e alguém diz:

— Vossa Majestade não mandou avisar que não viria?

— Não! Eu não mandei avisar nada…

Era com certeza um golpe para ver se o desanimava, fazendo-o ver como era inútil e superficial o trabalho de regeneração que ele impunha.

A questão é que os tempos já tinham corrido tanto, que a impiedade já ia a cavalgada, e um mero rei, fosse ele Luís XIV, não conseguia mais detê-la. Era preciso santos. Estes a França não os teve, infelizmente. Ou, se os teve, os empurrou de lado. E aí não se podia mais conter a marcha tremenda que se desenfreava.

As Revoluções se iniciam nas camadas elevadas da sociedade

Nessa linha, é bonito compararmos a corte de Dom João III11 – Rei de Portugal cerca de duzentos anos antes, quando a Revolução estava no seu início; um reino ainda tão católico que o monarca convidava um Santo, São Francisco Xavier, para estar em sua companhia, conversando com ele benignamente –, e a corte de Luís XIV, do Rei Cristianíssimo, que infelizmente já apresentava condições profundamente diferentes.

Ferdinand Voet (CC3.0)
Papa Inocêncio XI (coleção particular)

Vê-se também aí a Revolução caminhando pela corte antes de descer na sarjeta. É verdade que as Revoluções, na aparência, vêm de baixo para cima, mas quando elas sobem é porque elas antes desceram. Toda revolução começa em cima. É esta a reflexão final a que nos conduz esta série de fatos.

Santa Margarida Maria Alacoque, a famosa visitandina do tempo de Luís XIV que recebeu revelações, mandou um recado, com palavras do Sagrado Coração de Jesus a ­Luís XIV: “Diga ao meu amigo, o Rei da França, que mande pintar o meu Coração no seu brasão de armas, e na bandeira francesa. Eu o defenderei e o apoiarei”. Vem uma promessa de restauração do reino. Luís XIV não fez isso.

O filho de Luís XIV mandou colocar na parte de trás da alterada capela de Versailles, um nicho para uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Mas às escondidas, e não claramente como deveria ser.

O primeiro Rei da França a se consagrar ao Sagrado Coração de Jesus foi Luís XVI, no Templo, já prisioneiro. Aí a consagração já não tinha valor, porque ele não estava mais no exercício da realeza e o castigo já se tinha desatado sobre ele.

Outro erro cometido por ­Luís XIV foi o seguinte: São Luís Maria Grignion de Montfort mandara erigir um Calvário.12 O rei, levado por calúnias, mandou arrasá-lo para acabar com a peregrinação popular que havia lá.

Ademais, o rei teve uma encrenca com o Papa Inocêncio XI, que quis limitar os poderes dos reis da França na nomeação dos bispos e abades. O rei não aceitou. O Papa foi por cima dele, proibiu e mandou dizer que, se ele se opusesse, seria excomungado. Luís XIV baixou a cabeça…

É, portanto, um personagem admirável por alguns aspectos e por outros muito impugnável e, no todo, objeto de apreciações variáveis.

Como preparar o espírito para degustar fatos da História

Aliás, a respeito do gosto pelas narrações históricas, eu teria algo a dizer.

Para se degustar a narração que está sendo feita é preciso antes ter preparado o espírito, porque o que está no centro é o tema. Quem gosta do tema gosta da narração e está em condições de apreciar o gosto que o narrador tem pelo tema. Quem é indiferente não pode gostar nem da narração, nem do modo pelo qual o narrador a faz.

Entretanto, há cicerones bons e ruins. É fato que quando o cicerone aponta a história que narra com o competente calor, mede-se melhor o acontecimento. O guia não é, portanto, uma mera figura. Quando é bom, ele é um “revivedor” do fato. Mas no centro está o gosto pelo histórico e, por assim dizer, o senso da dimensão histórica.

Alguém poderia perguntar: Como se degusta?

Há um movimento primeiro que não tem método. Por exemplo, como posso dar a alguém o gosto do caviar, por melhor que este seja, se a pessoa é louca por salame ordinário?

Não há outro modo a não ser mandando dar-lhe uma pitada pequena de caviar. Ou ele mastiga e gosta, ou não gosta. Não há método, é direto. Se, tendo experimentado, diz: “Eu gosto mais de feijão”. Então não há remédio… coma feijão!

Divulgação (CC3.0)
Cartouche

Divulgação (CC3.0)
François Villon

A degustação primeira, primeiríssima, vem de um movimento de alma ligado à virtude da inocência. O inocente degusta tudo. Quem conserva resto de inocência degusta alguma coisa. E quem se perdeu completamente não degusta mais nada, porque só gosta do pecado contra a castidade, não se incomoda com mais nada, a não ser com a impureza.

A grandeza das épocas históricas repercute até nas almas criminosas de seu tempo

Nos fatos que narrei há uma degustação global possível que é a seguinte: quem teve diante dos olhos fotografias de Versailles, dos trajes, dos móveis, quem leu alguma coisa da história do tempo, quem conhece um pouco da música, da literatura da época, toma o espírito humano num dos seus ápices de maior inteligência, de maior brilho.

Uma inteligência e um brilho marcados por uma plenitude; não é o sábio sujo e sem graça debruçado em cima de uma mesa ensebada e que fica sabendo mais uma coisa, mas é o homem inteiro que está embebido da luz da cultura, da luz que se converte em maneiras, em elegância, em distinção, em grandes desígnios, em conversas quintessenciadas, em ares, em estofamentos, em cortinas, em tapetes, em cristais… tudo isso se desdobra dele e dá um brilho natural e humano que é magnífico e que não teria sido atingido se o povo não fosse cristão.

Portanto, algo meio adulterado, meio reduzido ainda do Lumen Christi está ali. Quando se analisou e se tomou gosto pelos fatos, aí é o caviar.

A pessoa que ouve tudo isso e se interessa, imaginando como eram todos esses personagens que se movem e agem, se embebe de algo deles. De tal maneira isso é assim que nas grandes épocas históricas até nas almas nas quais há o crime, algo da grandeza da época penetra e modela no próprio criminoso algo de bonito.

Compreendo que alguns poderão ficar chocados com o que estou dizendo, mas me lembro de dois bandidos franceses, admiráveis: um é François Villon,13 o grande poeta que compôs uma balada a Nossa Senhora, uma maravilha. Era um criminoso, bandido fichado, se naquele tempo existisse ficha. Mas na alma dele havia um recanto qualquer onde, quando ele não estava roubando, ainda pensava em Nossa Senhora; e quando pensava, de tal maneira se enlevava, que encontrava um resto de talento para produzir uma balada famosa.

Outro bandido francês foi um que, certa noite, entrou pela janela na casa de uma duquesa, durante a Regência. A duquesa já estava recolhida, as criadas tinham saído. Ele entrou pela janela com uma garrucha na mão, dando a entender que, se ela gritasse, ele a matava. Podem imaginar o medo dela. Então disse: “Eu sou Cartouche!14 Estou morrendo de fome, a senhora chame a sua criada e diga-lhe que está com fome, mandando vir o que tem de melhor para comer, e peça os seus melhores vinhos para beber. Depois, despeça a sua criada; eu como e vou embora, sem lhe fazer mal, não lhe terá acontecido nada. Depois a senhora pode dizer tudo à sua criada, mas eu já terei saído pela janela”.

A duquesa chamou sua criada puxando um cordão que acionava um sino; quando esta chegou, a duquesa disse que estava com fome. A criada trouxe o que tinha para comer e depois foi embora. E o Cartouche, de garrucha à vista para a duquesa não gritar, começou a comer e a beber.

A certa altura ele disse: “A sua comida está boa, mas o vinho eu esperava encontrar melhor em casa de uma duquesa. Eu lamento que a senhora não tenha um melhor. Acabo de roubar uma garrafa muito melhor na casa do presidente do Parlamento de Paris. Se a senhora permitir, amanhã mandarei trazer para a senhora esse vinho, de presente”.

Comeu, bebeu, saltou pela janela. A história não diz se a duquesa conseguiu dormir ou não… No dia seguinte, uns carregadores do cais, pagos, levavam o vinho para a casa da duquesa com uma nota: “Cartouche pede perdão por ter incomodado a senhora duquesa durante a noite”.

É um encanto!

Alguém objetará: “Foi um pecado mortal!”

Arquivo Revista
Dr. Plinio em 1980

Foi, mas eu posso dizer que foi um pecado mortal cometido com acidentes. Esse pecado é digno do Inferno, mas é uma agravante para o Cartouche ter traços, cordas tão raffinés15 na sua alma e ser um pecador. E merecerá ir a um Inferno mais profundo. Contudo, enquanto essas cordas não arrebentaram, eram um fator para ele se converter.

O presente em nexo com o passado

Há pessoas sem senso histórico para as quais discorrer sobre ­Luís XIV, François Villon, Cartouche é a mesma coisa que falar de personagens que nunca existiram. Elas não compreendem que importa ao homem conhecer o passado e que só tem perspectiva para conhecer o presente quem ao mesmo tempo foi conhecendo o passado; e que o presente que não é conhecido de dentro do passado é ignorado. Falta uma dimensão para o conhecimento do presente.

Essa é uma linda tese que torna o presente muito mais interessante. Acrescento mais: o presente só é interessante quando o consideramos em nexo com o passado. Passado da Cristandade e da Igreja, antes de tudo. Mais secundariamente passado daquela parte do gênero humano que nunca pertenceu à Igreja e que, portanto, está nas sombras, em cujo histórico não brilha o Lumen Christi.

(Extraído de conferência de 29/8/1980)

1) Giulio Raimondo Mazzarino (*1602 – †1661).

2) Ana d’Áustria, Rainha da França. Ana Maria Maurícia de Habsburgo (*1601 – †1666). Esposa do Rei ­Luís XIII e Rainha Consorte da França e Navarra de 1615 até 1643. Foi regente durante a menoridade de seu filho Luís XIV, entre 1643 e 1651.

3) Maria Teresa da Espanha (*1638 – †1683), Rainha Consorte da França e Navarra.

4) Luísa Francisca de La Baume Le Blanc (*1644 – †1710).

5) Francisca Atenas de Rochechouart de Mortemart (*1640 – †1707).

6) Jacques-Bénigne Bossuet (*1627 – †1704). Bispo, teólogo, orador e escritor francês.

7) Paul Scarron (*1610 – †1660).

8) Documento assinado em Nantes a 13 de abril de 1598 pelo Rei da França Henrique IV. Nele o monarca concedia aos huguenotes a garantia de tolerância religiosa.

9) Henrique IV de Bourbon (*1553 – †1610).

10) Perseguição aos protestantes, por ordem de Luís XIV, para forçá-los a se converterem ao Catolicismo e contra os quais se utilizou o regimento dos dragões.

11) Apelidado de “o Piedoso”, foi o Rei de Portugal e Algarves (*1502 – †1557)

12) Em Pontchâteau.

13) François de Montcorbier ou François des Loges (*1431 – †1463). Um dos maiores poetas franceses da Idade Média. Ladrão e ébrio.

14) Louis Dominique Garthausen (*1693 – †1721), conhecido como Cartouche, também como Bourguignon, Petit ou Lamarre, chefe de gangue.

15) Do francês: fino, apurado; sentimentos delicados.

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